Terra Magazine

24 de abril de 2009

Juca de Oliveira partilha sua indignação com o público

Tags:, , , - ana paula sousa às 8:10

Em Happy-hour, sua nova peça, dirigida por Jô Soares, o ator e dramaturgo provoca:

- O Renan foi absolvido porque os congressistas não ouviram os crimes que ele cometeu. Estavam todos falando no celular

Na sala de seu apartamento, no bairro dos Jardins, em São Paulo, Juca de Oliveira tem duas estátuas brancas. Uma delas, sentada, é Talía, a deusa que sorri. A outra, Melpômone, em pé, a expressão triste, é a deusa da tragédia.

“Elas resumem o teatro, mas também a vida. Haverá sempre uma máscara rindo e outra chorando”, diz Juca, que primeiro ri, mas em seguida franze as sobrancelhas. “Faço comédias, mas o que quero é mostrar os absurdos da vida atual.”

Juca, aos 74 anos, volta à carga com mais uma peça que tem a indignação como mote e o riso como forma.

Happy-hour, escrita por Juca e dirigida por Jô Soares, estreia hoje no Teatro Jaraguá, região central da capital paulista.

Juca, que fez parte do TBC e do Teatro de Arena, é dono de uma das mais sólidas carreiras do teatro brasileiro. É, além disso, um dramaturgo capaz de mobilizar a plateia, de transformar os costumes sociais em diálogos que caem no gosto das pessoas.

Meno Male foi vista mais de um milhão de espectadores e ficou seis anos em cartaz. Caixa 2 percorreu 14 cidades brasileiras e levou cerca de 600 mil pessoas ao teatro. Qualquer Gato Vira-lata Tem uma Vida Sexual mais Sadia que a Nossa ficou nove anos em cartaz e voltará a ser encenada no Rio.

Ontem à tarde, sem disfarçar certa ansiedade, inevitável em qualquer véspera de estreia, Juca me recebeu para esta conversa.

Com a lâmina sempre afiada, ele fala sobre teatro, política, poluição e até sobre as reformas nos prédios, que fazem com os moradores até sonhem com britadeiras.

Sobre o que você fala em Happy-hour?

Falo sobre coisas que me chateiam, que me deixam indignado. Uma das coisas que chama muito a minha atenção é a falta de escrúpulos dos políticos brasileiros, a falta de ética. Também não consigo deixar de pensar no total absurdo da vida contemporânea.

Eu, por exemplo, ando a pé, mas andar a pé em São Paulo virou um esporte radical. Na peça, além de falar bastante do trânsito, da arquitetura moderna que destinou 80% do espaço urbano ao congestionamento, tento elaborar um manual de sobrevivência no trânsito.

Quais são as dicas?

Não posso falar, tem que ir lá.

Dá uma, pelo menos…

Bom, uma é: “Motoristas odeiam pedestres. Motoristas odeiam motoristas. Mas, na caça aos pedestres, eles se aliam”. Isso é o mínimo.

Outro dos absurdos da vida contemporânea é a poluição. Falo também do quanto a educação conduz a resultados catastróficos: os pais tentam impedir o contato do bebê com a fantasia.

O Happy-hour é um bate-papo. Ele nasceu porque um dia, ao pensar sobre o público para quem eu estava escrevendo, me dei conta de que eu ficava mais tempo na companhia do público do que com a minha própria família.

Apesar disso, nunca tinha tido a oportunidade de bater um papo com eles. Sempre conversei através dos personagens, nunca diretamente.

É como se eu fosse tomar alguma coisa com os amigos depois do trabalho e começasse a falar da política, do trânsito, da poluição, das reformas absurdas que existem nos apartamentos e mantêm você 24 horas com uma britadeira na cabeça. É levar o papo do botequim para o palco.

É o Juca conversando com as pessoas?

Sim, e é essa a grande dificuldade porque é uma audácia você ser você mesmo. É muito mais simples vestir o figurino do Rei Lear ou do Otelo do que a sua própria fantasia.

Você é capaz de construir um personagem complexo a partir de coisas que tira de você, mas você não se conhece inteiro, montado.

Você citou o fato de nunca ter conversado com o seu público diretamente. Depois de tantos anos de carreira, você imagina representar o que para esse público? Você é um pouco porta-voz dos sentimentos da classe média?

Acho que todo ator, no exercício da sua função, se pergunta: “Para que serve a arte?”

Quando você vê um grande espetáculo, sua vida muda completamente. Quando a obra te atinge, ela te atinge furiosamente. E ela sempre te atinge no sentido de te melhorar como ser humano.

Você fica menos predador, fica mais sensível em relação às coisas. Essa é a função da arte. Essa é a responsabilidade do ator. Você faz isso não porque quer ser amado, mas porque tem uma necessidade de amar, de contato, de troca, de reflexão conjunta.

A grande ambição é que pelo menos alguns daquela platéia saiam um pouco mais enriquecidos com aquilo que você fez e que isso resulte em mais solidariedade, um sentimento que nós temos perdido. Não somos mais solidários.

A comédia tem também esse poder?

Claro, até porque o público diz: “Estou rindo de uma coisa da qual sou cúmplice”. Por isso, a comédia é, às vezes, mais mobilizadora que a tragédia. Na tragédia, você purga suas dores com a perdição do heroi, mas sai aliviado. A comédia atinge mais a mente, a reflexão.

E por que eu faço isso? Acho que é minha responsabilidade dizer certas coisas. Por exemplo, o Renan. Para a imprensa, já foi. Para mim, não. Acho que é minha responsabilidade falar no Renan.

Por que o Renan foi absolvido? Porque não ouviram os crimes que ele cometeu porque estavam todos falando no celular. Eles não escutaram. Eu escutei. No Congresso, tem o problema do telefone. Os congressistas têm uma paixão esquizofrênica pelo telefone.

A maioria das comédias que faço traz o problema da ética. O Péricles institucionalizou a política na Grécia através do seu exemplo. A moralidade se dá através do exemplo do governante.

Aqui, quando as instituições contradizem o interesse material do governante, ele se coloca contra a instituição.

Mas essa falta de ética se estende para toda a sociedade, do comportamento das pessoas no trânsito às corporações privadas…

Esse é o grande problema. Estamos caminhando para um salve-se que puder porque estamos tolerando tudo.

Quando o presidente da República se reúne com o presidente do Congresso e do Supremo (Tribunal Federal) e diz “nós aqui não somos santos nem freiras”, ele está dando uma dica para eu meter mão.

Você tem que institucionalizar a dignidade e a honra. Eu não perdi a perspectiva, eu não aceito o “isso é assim”, “o caixa dois você tem”. Daqui a pouco é “o estupro tem”, “o assassinato tem”.

Você pretende recuperar nas pessoas a capacidade de se indignar?

Olha, não tenho pretensões. Um repórter me perguntou se, por trabalhar nesse tipo de registro, eu não temia que, no futuro, minha obra não significasse nada. Eu falei: “Nunca tive a pretensão de significar alguma coisa. Sou um contador de casos, estou fazendo a minha parte. Se não fizer isso, sofro uma explosão interna.

Qual a sua opinião sobre as mudanças na Lei Rouanet?

Há problemas no projeto, e alguns parece que estão sendo modificados. Mas me incomoda um pouco quando falam em globais, consagrados.

A cultura de um país é feita também através dos modelos, dos consagrados. Algumas pessoas foram fazer teatro porque foram estimuladas por Paulo Autran, Cacilda Becker, Bibi Ferreira.

Não adianta falar em globais. Na Globo, estão os melhores. A Globo os apanhou justamente porque eram os melhores, não há como você tentar apagá-los. Isso é falta de sensibilidade do que significa a própria cultura.

Como produtor, você está preocupado com a crise?

O teatro floresce na crise porque há necessidade de satisfação espiritual. Sobretudo hoje, que vivemos muito ciberneticamente, cada vez mais sozinhos, aumenta a participação do público nos espetáculos ao vivo.

Nada pode substituir o ator ou o músico no palco. Esse é um ato muito parecido com o índio em volta da fogueira, é um ato religioso. Estamos fazendo muito teatro, os grupos jovens estão explodindo.

Em 50 anos de carreira você conseguiu identificar o que determina o sucesso?

Não existe nenhuma fórmula que determine o sucesso ou o fracasso. Às vezes, leio que uma peça minha ficou seis anos em cartaz porque eu botei um fórmula. Se fosse assim, o cara aplicava uma fórmula e fazia sucesso dois anos.

Não há possibilidade de saber, a priori, se vai funcionar ou não. Não tem regra. Então, o que vale é a paixão do artista pelo trabalho. Se projetar o resultado, você afunda como um prego.

Quando você pode obter algum resultado? Quando está absolutamente apaixonado pelo processo do fazer e aciona forças insuspeitas dentro de você e encontra um caminho novo que estimula o público. Você encontra isso pelo amor ao processo.

Happy Hour
Até 12 de setembro
De quinta a sábado, às 21h30; e domingo, às 19h. R$ 60
Teatro Jaraguá - R. Martins Fontes, 71- SP - Telefone: 11 3255-4380
Classificação: 16 anos

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25 Comentários »

  1. Juca de Oliveira,

    Ao falar de Renam Calheiros, você está ofendendo de morte o ex-presidente FHC. Calheiros é o xodó dele e foi até o seu Ministro da Justiça.

    Comentário por Márcio Vieira — 24 de abril de 2009 @ 12:08

  2. Quanto custou este projeto?

    Comentário por Márcio Vieira (Outro, triste coincidência) — 24 de abril de 2009 @ 14:14

  3. Juca de Oliveira é um babaca, um oportunista, mais um, que faz esse humorzinho chulé, esse discursinho moralista para aplacar a sede de uma classe média recalcada e de classes altas que roubam, sonegam - ou gostariam de- e culpam sempre o outro. Os textos dele são medíocres, as informações que passa são as mais rasteiras, é só um desabafo medíocre: ele ganha sua grana com isso e a pilantrada -ou os ingênuos- aplacam sua ira por não conseguirem ser tão safados quanto os que criticam. Peçam uma opinião do Juca sobre a Globo, a Folha, o Estadão, a Veja e percebam o que ele vai dizer. Se é que dirrá alguma coisa. Mais um enganador vivendo desse miserê geral. FUI.

    Comentário por Ricardo Santos — 24 de abril de 2009 @ 14:14

  4. JucadeOliveira,omaior ator de todos os tempos,maior até do que Sir Lawrence Oliver,é um g~enio,o melhor ícone da arte brasileira,aprendi a amar e respeitar esse homem com a minha mãe Lúcia,qu é fã dele há anos,como jornalista que sou,admiro as i´déias brilhantes dele,sempre verdadeiro e sincero,acho que sou os pobres e medíocres de pensamento é que não podem entender este grande monstro sagrado da nossa teledramaturgia,JUCA,que Deus te abençoe,bj

    Comentário por rebeca lúcia dos santos ferreira — 24 de abril de 2009 @ 16:02

  5. É sempre bom ouvir ou ler as reflexões ponderadas e responsáveis de alguém que conhece o seu ofício. Juca de Oliveira é um ator porque conhece o seu ofício. O domínio do ofício não se revela na obra acabada, mas no ato de criar, como ele mesmo diz, no processo criador. Processo que, embora parta de uma paixão insuspeita, não abre mão da prática da reflexão. Valéry falaria de uma “sensibilidade intelectual”.
    Há uma máxima que diz: “rindo se castiga os costumes”. A comédia, de modo despretensioso, de modo “leve” , desautomatiza a consciência e faz com, aos nos vermos cúmplices de uma certa desordem moral, reelaboremos o nosso pensamento.
    Parabéns ao Juca de Oliveira que, aos 74 anos, não se deixou acomodar pelo sucesso televisivo, e ousa dizer no palco “os esquecimentos” nossos de cada dia.
    Esquecimentos que a Rede Globo de Televisão, hoje, com sua teledramaturgia barata, seja nas novelas ou em seus telejornais, insiste em produzir.
    Quantos Jucas, Autrans ou Cacildas há hoje na televisão brasileira?! Mais: fazendo o quê?!

    Comentário por Lúcia — 24 de abril de 2009 @ 16:07

  6. Boa entrevista. O Babel está conseguindo uma variedade de temas culturais. Parabéns.
    Num momento em q/ às vezes tenho a sensação q/ ninguém perde tempo para pensar, uns por conveniência e outros por ignorância, foi oportuna esta entrevista.
    Pois é, Juca de Oliveira, fazer teatro é muito bom, é ter a oportunidade de colocar para fora, muitas coisas q/ n/ dá para calar e muito menos esquecer, ou figir q/ n/ existem.

    Comentário por Belisa del Valle — 24 de abril de 2009 @ 16:44

  7. Da-lhes Juca .
    As suas peças duram 10. 8, anos em cartaz porque INFELISMENTE, a sem vergonhice a imoralidade e desrespeito para com o cidadão brasileiro è cada vez maior basta ver como esses politicos encaram toda a sujeira que surge em Brasilia como um ato sempre justificado ,ou não sei não ví , não ouvi nada ( Santa Inocência ).
    Na verdade a imoralidade foi institucionalizada.
    Dalva

    Comentário por Bracco ,Dalva — 24 de abril de 2009 @ 16:54

  8. Juca… é antologico ….a dramaturgia brasileira é como o futebol brasileiro …repleto de craques…..

    Comentário por Geraldo — 24 de abril de 2009 @ 17:21

  9. moro em poa rs e quero saber onde compro e como preparo o cha de sucupira??
    principalmente como se prepara ?????

    aguardo anciosa , a resposta pois tenho artrose no joelho

    grata

    Comentário por luciane — 25 de abril de 2009 @ 13:11

  10. Juca de Oliveira, sempre genial.

    Ana Paula Souza, tece em sua rede, letras, transcreve, medita em sua couxa e retalha o fato, aproxima e aquece, diverte. Canta e sai o pó, dignidade fere, mas não se isola, pois do louvor nunca afere, grita, exalta, birra! Faça com que não diga mais, isola, mas o pueril cântico não é esquecido, porque? Marcaste com ferro, isolou a inocência da doce menina? Tudo isto por sangue, Paula? Tudo isto por se prostrar ao graal da ousadia, agora encara, olha de frente e não teme, mas se faltar-lhe o devido respeito, puxa a faca, esconde-a depois em seu manto reverberante, cores tras, esconde pois. Morre. Renasce.

    Comentário por Ferreirinha — 27 de abril de 2009 @ 2:44

  11. Gostaria de saber, por favor, de uma entrevista que o Juca de Oliveira deu para o Jô, onde mencionou a cura de um desgaste ósseo com a erva “sucupira”.
    Vocês podem me ajudar?
    obrigada
    Elaine

    Comentário por elaine — 27 de abril de 2009 @ 14:21

  12. Juca de Oliveira, é filhote da globo….PAU MANDADO.

    vergonhice a imoralidade e desrespeito para com o cidadão brasileiro è cada vez maior basta ver como esses politicos encaram toda a sujeira que surge em Brasilia no governo FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, NA ÉPOCA ERA JOGADO PRA DEBAIXO DO TAPETE!

    Comentário por alinesaferreira — 28 de abril de 2009 @ 19:04

  13. Eu acredito que temos um grande ator e autor. O unico que se preocupa em falar a verdade da corrupção.

    Comentário por amanda pimenta — 28 de abril de 2009 @ 21:14

  14. envia o nome da semente para fazer chã para coluna.obrigado

    Comentário por andre luiz de vasconcellos — 28 de abril de 2009 @ 22:52

  15. Seria bom que os politicos sitados, ouvissem as palavras do autor, pois muitas são manifestações do povo. Sucesso Juca.

    Comentário por Francke — 29 de abril de 2009 @ 12:36

  16. Gostaria de saber, por favor, de uma entrevista que o Juca de Oliveira deu para o Jô, onde mencionou sobre o cha de sucupira”.eu tenho destilamento nas duas coxas e o joelho com ligamento precisando operar,a perqunta e ,com este cha sera que e bom para os meus problemas.
    Vocês podem me ajudar?

    Comentário por Haroldo — 1 de maio de 2009 @ 1:05

  17. JUCA,

    DESCULPE, MAS ESTOU A PROCURA DE QUANTAS SEMENTES DE SUCUPIRA DEVO COLOCAR NO BIOTONICO, POIS NÃO CONSEGUI INFORMAÇÕES CORRETAS COM A PRODUÇÃO DO JÔ.
    ESTOU COM SÉRIOS PROBLEMAS.
    DESDE JÁ AGRADEÇO
    COM CARINHO
    IARA

    Comentário por IARA C. L. CAVALLO — 24 de junho de 2009 @ 19:59

  18. Gostaria de saber um pouco mais sobre o chá de sucupira que o ator Juca de Oliveira deu para o programa do Jô.Se vocês pudessem me ajudar com essa informação,vou agradecer muito,pois tenho érnia de disco na coluna servical e lombar.
    Fiquem com Deus!

    Comentário por Solange — 29 de julho de 2009 @ 17:07

  19. Tenho 37 anos e sofro com artrite e artrose nos tornozelos. A poucos dias ouvi falar da sucupira. Gostaria da saber onde encontrar, como fazer o chá e que quantidade tomar? Não aguento mais as dores. Os tratamentos alopatas não dão muito resultado. No momento estou sem andar. Por favor, me mandem alguma resposta.

    Comentário por carla guerreiro — 4 de agosto de 2009 @ 23:00

  20. GOSTARIA DE SABER SOBRE A SEMENTE SUCUPIRA SOFRO DE ARTROSE DE JOELHO, A ONDE CONSIGO E SE É EFICAZ PARA ESSE CASO.ATT….

    Comentário por ANDERSON — 18 de agosto de 2009 @ 17:39

  21. Eu gostaria de saber do remédio para artrose que é feito com biotônico e semente de sucupira. Como, quanto e como se prepara para que eu possa usá-lo para meu tratamento.

    Muito obrigado e até mais

    Comentário por luiz roberto — 26 de agosto de 2009 @ 13:26

  22. quanto tempo poso tomar o cha de sucupira
    obrigada Narini

    Comentário por marineusa — 1 de setembro de 2009 @ 16:45

  23. Olá, recentemente assisti a uma entrevista de Juca de Oliveira no GNT, onde ele mencionou que a peça Happy Hour seria apresentadata tamém em Salvador. Como fã, gostaria de prestigiá-lo por isso escrevo para saber se existe data confirmada para a apresentação na Bahia?
    Grata

    Comentário por Fabiana Holanda — 26 de setembro de 2009 @ 22:46

  24. Juca vi uma entrevista no programa do Jo Soares ,e vcs falavam sobre o uso da semente de sucupira para diversos usos,gostaria de saber mais ,como usa- la e m caes e em humanos se for possivel vc me enviar algum material sobre o assunto.
    Gosto muito do teu trabalho, e lhe desejo muita paz e harmonia

    atenciosamente

    marcio rodrigues alves

    Comentário por marcio rodrigues alves — 29 de setembro de 2009 @ 18:49

  25. gostaria da receita do cha de sucupira pois meu esposo esta cheio de reumatismo ouvimos falar do cha no programa do jo hoje comprei as sementes nao sei como fazer

    Comentário por niceia de nazareth viana — 11 de outubro de 2009 @ 22:04

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